Estandarte

Estandarte da Loja Brasília n. 1882
Estandarte da Loja Brasília n. 1882

Or.·. de Brasília(DF), 18 de julho de 2013

Exposição Heráldica do novo Estandarte

e da nova Chancela (Timbre)

da A.·.R.·.L.·.S.·. Brasília n. 1882.

Pelo Ir.·.

Vagner Fernandes

M.·.I.·. – Gr. 33 SCBREAA

 

Um dos Símbolos mais importantes de uma Loja Maçônica é seu Estandarte. Representa para os membros o esplendor de nossas tradições e costumes, e conservar essas qualidades é obrigação de cada obreiro. Por isso, a firme decisão de modificar a bandeira que nos representa é tarefa de sutil sensibilidade, para que reflita o sentimento da unanimidade daqueles que a defendem.

Quando decidimos mudar nosso Estandarte, Em Assembleia Soberana realizada em 18 de julho de 2013, data em que a Loja Brasília completa 40 anos de sua fundação, fez-se necessário efetuar o pormenorizado registro, para permitir que no futuro, fossem perfeitamente compreendidas as razões e objetivos. Toda e qualquer instituição precisa de um símbolo seu. Amplamente citado em tais momentos, o eminente estudioso dos símbolos Whitney Smith versa que “… a ação cooperativa, em qualquer sociedade, requer comunicação; esta, por sua vez, depende de um discurso comum. Símbolos de todos os tipos, incluindo bandeiras, estabelecem princípios de relações entre indivíduos numa sociedade, entre estes e outras sociedades e entre todos os seres humanos e os campos da natureza e do espírito”. Ou seja, um símbolo deve comunicar, deve ser compreendido, ao menos, pelos componentes da Instituição, para eficientemente representá-la.

A principal motivação que nos conduziu à mudança de nosso Estandarte foi a insuficiência representativa do símbolo anterior, que não foi elaborado segundo os princípios heráldicos ou tradicionais, não representando o sentimento dos membros da Loja. Nossas buscas por informações sobre o mesmo resultaram infrutíferas. Outra razão de suma importância é não ter havido a tão necessária Sessão Magna de Consagração de Estandarte, ocasião que, conduzida pelo Grão-Mestre Geral ou seu representante, a Loja se orgulha de seu vexilo, e se compromete a honrá-lo e defendê-lo. Segue-se a isso a firme determinação dos membros da Loja, no momento em que completa 40 anos, em buscar uma identificação visual que se coadune com seu próprio título distintivo, o que não ficava explicitado na bandeira anterior.

A abnegação com que se empenham os Maçons em pugnar pelos princípios da Ordem deve ser materializada na identidade visual de sua Loja, através da qual lançam as sementes de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária.

O Estandarte que doravante representará a A.·.R.·.L.·.S.·. Brasília n. 1882 foi elaborado levando-se em consideração todos os aspectos anteriormente explicitados, e ainda o de suscitar nos obreiros os virtuosos valores que criam raízes profundas com sua própria Loja, sua cidade e seu país. Valores que são simbolizados não apenas pela oficina, mas pela potência jurisdicional – o Grande Oriente do Distrito Federal – e pela Federação, o Grande Oriente do Brasil.

Tendo a Loja adotado o nome da cidade que é seu berço, faz-se necessária uma exposição histórica de suas origens. A inauguração de Brasília em 21 de abril de 1960 foi precedida de planos que se perdem nas brumas do passado, tal qual as origens de nossa Sublime Ordem. Brasília foi construída com a finalidade de ser a nova capital do país, com a ideia de transferir a capital federal localizada na costa, para o interior, ajudando desta forma a povoar aquela zona do país, vieram pessoas de todo o país, especialmente do nordeste brasileiro.

A ideia de mudar a capital do Brasil para o interior já existia desde a época colonial. Em 1700, a corte portuguesa enfrentava diversos problemas que motivaram ainda mais em planejar a mudança da capital: os constantes ataques piratas, o contrabando, ataques de outros países europeus com a intenção de ocupar o território e o clima que favorecia a aparição de epidemias.

Em 1791, o primeiro ministro de Portugal, o Marques de Pombal, também defendeu esta ideia, acrescentando aos argumentos já anteriormente ditos que em sua percepção a população brasileira ficava de costas para o interior do Brasil, como se sentisse uma certa nostalgia do continente europeu.

O Movimento “Inconfidência Mineira” já sentia uma grande insatisfação com a coroa portuguesa, e em 1789 incluíram entre os objetivos desse movimento a mudança da capital brasileira do Rio de Janeiro para São João Del Rey, localizada no sudeste do país.

Em 1808 o Maçom Hipólito José da Costa, patriarca da imprensa brasileira, exilado em Londres defendeu em vários artigos do seu periódico “Correio Brasiliense”, a mudança para o interior, título que deu de “Paraíso terrestre”.

Com a chegada da independência brasileira em 1822, o Maçom e político José Bonifácio de Andrada e Silva, que teve um importante papel na redação da constituição na época, fez uma defesa sobre a construção de uma nova capital com fim de estimular a economia e o comercio do país, sugerindo os nomes Petrópolis e Brasília para a nova capital. O nome Brasília também já havia sido sugerido em 1808, pelo conselheiro e também Maçom Veloso de Oliveira ao então príncipe regente.

Misticamente falando, Brasília também é fruto do centenário e profético sonho de Dom Bosco, que em 1883 previu a mudança e a futura construção da capital brasileira no Planalto Central.

O primeiro passo para a construção de uma nova capital no interior do país foi a definição de uma localização da nova cidade na primeira constituição republicana de 1891. No ano seguinte foi formada uma missão para demarcar a área da nova capital. A missão Crulzs, coordenada pelo astrônomo e diretor do observatório nacional, Luis Crulzs. Os trabalhos começaram em junho de 1893 e a partir desta missão nasceu o primeiro documento técnico sobre o planejamento de Brasília: “O Quadrilátero Crulzs”.

Missão Crulz

Em 1922, nas comemorações do centenário da independência brasileira, o congresso Nacional aprovou definitivamente a criação da nova capital no lugar denominado quadrilátero Crulzs.

Em setembro desse mesmo ano foi inaugurada a primeira pedra a poucos quilômetros de onde realmente seria a cidade.

Durante a ditadura do governo de Getúlio Vargas (1930 – 1946) as prioridades de crescimento do país eram outras. O Brasil passou por uma série de transformações políticas e o projeto de mudança da capital foi adiado.

Juscelino Kubitschek e Lúcio Costa

Em meados de 1947, já no governo de Eurico Dutra as discussões de uma nova capital foram retomadas. Novas disputas começaram a surgir sobre a localização e construção definitiva da nova capital, e o debate chegou ao âmbito militar. Foi criada uma nova comissão, presidida pelo general Poli Coelho, que realizou várias expedições ao quadrilátero Crulzs e ao Triângulo Mineiro. Quando finalmente apresentou um informe técnico mais relevante sobre o conhecimento da região que seria ampliada até o norte da zona marcada pelo quadrilátero Crulzs, surgindo Dalí o “Perímetro Polli Coelho”.

Mais tarde, em 1953, foi definido um terceiro perímetro, o “Retângulo do Congresso”, de 52.000 quilômetros quadrados. Assim nasceu o famoso documento técnico “Informe Belchel” de 1957.

Em 1955 criou-se a Comissão de cooperação para a mudança da capital. Nos vinte meses seguintes houve grandes avanços, como a construção da ferrovia Pirapora-Belo Horizonte e a prolongação da rodovia Anhanguera em direção a Goiás. O informe “Nova capital do Brasil” foi o último documento deste período. Nele estava escrito o discurso completo que determinava o lugar definitivo de Brasília, o famoso “Sítio Castanho” e a vasta propriedade rural chamada “Fazenda Bananal”.

Em abril de 1955, o candidato a presidência da república Juscelino Kubitschek em campanha eleitoral, prometeu a construção de Brasília. No ano seguinte já como presidente, consegue a aprovação por parte do congresso brasileiro a lei nº 2.874, que cria a companhia de urbanização da nova capital a NOVACAP, e intitula “Brasília” como nome da nova capital. Lucio Costa, ganhador do concurso proposto pelo governo, foi o principal urbanista da cidade. Oscar Niemeyer, a convite de JK, foi o principal arquiteto da maioria das estruturas administrativas e edifícios públicos. Roberto Burle Max foi o responsável pelo desenho das paisagens e zonas verdes da cidade. Em setembro de 1956 começaram as obras de construção da cidade. Sob a coordenação de Israel Pinheiro o Planalto Central brasileiro se encheu de “candangos” (operários e trabalhadores vindos em sua maioria do norte e nordeste brasileiro), e em 02 de outubro de 1956, em campo aberto, o presidente Kubitschek assinou o primeiro ato no local da futura capital, lançando a seguinte proclamação: “Deste planalto central desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino”. Finalmente Brasília foi inaugurada em 21 de abril de 1960. Depois desta data começou a transferência dos principais órgãos do governo federal a nova capital com a mudança das sedes dos poderes Executivos, legislativo e judiciário. Construída em três anos e dez meses, Brasília é definida como uma obra urbanística que sintetizou as ideias, os projetos e as leis sobre a mudança da capital.

O Grande Oriente do Distrito Federal é fundado em nossa capital no dia 21 de abril de 1971, e o Grande Oriente do Brasil transfere-se para Brasília em 1º de agosto de 1978, ocasião em que vários membros da Loja Brasília tiveram a oportunidade de colaborar com o Grão-Mestre Geral à época, Sob.·. Ir.·. Osires Teixeira.

O projeto urbanístico que venceu o concurso para a construção da nova capital foi um dos últimos inscritos, e tinha como autor Lúcio Marçal Ferreira Ribeiro Lima Costa, que nasceu em Toulon, França, em 1902. Filho de brasileiros, foi arquiteto, urbanista e professor. Lúcio Costa foi um dos pioneiros da arquitetura modernista, tendo projetado centenas de obras, recebendo as mais importantes condecorações do mundo, e o reconhecimento da totalidade de sua obra. Partiu para o Or.’. Eterno em 1995, no Rio de Janeiro. Na apresentação de seu projeto, Lúcio Costa afirma apresentar uma solução possível para a construção da cidade, e diz: “Compareço, não como técnico devidamente aparelhado, pois nem sequer disponho de escritório, mas como simples “maquis” do urbanismo, que não pretende prosseguir no desenvolvimento da ideia apresentada, se não eventualmente, na qualidade de mero consultor. E se procedo assim candidamente, é porque me amparo num raciocínio igualmente simplório: se a sugestão é válida, estes dados, conquanto sumários na sua aparência, já serão suficientes, pois revelarão que, apesar da espontaneidade original ela foi, depois, intensamente pensada e resolvida; se não o é, a exclusão se fará mais facilmente e não terei perdido o meu tempo nem tomado o tempo de ninguém.” Estas palavras são de suma importância para a continuidade da presente exposição, visto que Lúcio Costa apresenta em seu relatório os traços que sugeria para a nova capital do Brasil.

Prosseguindo em seu relatório, Lúcio Costa afirma: “Ela deve ser concebida não como simples organismo capaz de preencher satisfatoriamente e sem esforço as funções vitais próprias de UMA CIDADE MODERNA QUALQUER, não apenas como URBS, mas como CIVITAS, possuidora dos atributos inerentes a uma capital. E, para tanto, a condição primeira é achar-se o urbanista imbuído de UMA CERTA DIGNIDADE E NOBREZA DE INTENÇÃO, porquanto dessa atitude fundamental decorrem a ordenação e o senso de conveniência e medida capazes de conferir, ao conjunto projetado, o desejável caráter monumental. Monumental, não no sentido de ostentação, mas no sentido da expressão palpável, por assim dizer, consciente, daquilo que vale e significa.

Cidade planejada para o trabalho ordenado e eficiente, mas ao mesmo tempo cidade viva e aprazível, própria ao devaneio e à especulação intelectual, capaz de tornar-se, com o tempo, além de centro de governo e administração, num foco de cultura dos mais lúcidos e sensíveis do país.

Dito isto, vejamos como nasceu, se definiu e resolveu a presente solução:

Figura 1

1 – Nasceu do gesto primário de quem assinala um lugar ou dele toma posse: dois eixos cruzando-se em ângulo reto, ou seja, o próprio sinal da cruz (fig. 1)

Figura 2

2 – Procurou-se depois a adaptação à topografia local, ao escoamento natural das águas, à melhor orientação, arqueando-se um dos eixos a fim de contê-lo no triângulo equilátero que define a área urbanizada (fig. 2).”

E o relatório prossegue com um total de 15 desenhos como estes acima, feitos manualmente e agrupados, e 23 itens explicativos para a construção da cidade. Poucas coisas irritavam mais o urbanista Lúcio Costa do que dizer que o projeto de Brasília havia sido inspirado na forma de um avião. Dizia ele: “É uma analogia aceitável, mas seria o cúmulo do ridículo planejar uma cidade parecida com um avião. Assim, ela se parece com uma cruz, libélula, nave espacial ou um arco e flecha. Cada um enxerga aquilo que quer”.

A A.·.R.·.L.·.S.·. Brasília n. 1882, neste ano em que completa 40 anos, buscando uma simbiose entre seu nome e sua identificação visual, renova seu espírito inspirada nessa grande obra da humanidade, capital de nosso país.

Da exposição apresentada até aqui, baseada na história da cidade e de sua concepção por Lúcio Costa, luminar da arquitetura e urbanismo do Brasil, surge o primeiro símbolo de nosso novo timbre (ou chancela):

O croqui original de Brasília

Para bem representar nossa Sublime Ordem, utilizamos o mais universal dos símbolos Maçônicos: O Esquadro e o Compasso, no Grau de Aprendiz, sobreposto e centralizado ao croqui:

Sobre o Esquadro e o Compasso são extensas as Peças de Arquitetura, e amplamente conhecidas entre os estudiosos da Arte Real. Permitimo-nos manter reservadas aos membros da Ordem as interpretações que complementam a presente exposição. Basta comentar que buscamos aqui a mistura do que é terreno com o que é espiritual, e existe algo espiritual nos mais simples deveres da vida. As nações não são apenas corpóreo-políticas, mas também espírito-políticas; e lamentemos os povos que, buscando apenas o material, esquecem-se de que têm alma. É esta alma que trazemos à Luz no novo Timbre e no novo Estandarte da A.·.R.·.L.·.S.·. Brasília n. 1882. O entrelaçamento entre os princípios de nossa Sublime Ordem e a cidade que dá nome à nossa Loja: Brasília.

Essa conexão se estende à cor utilizada como pano de fundo do harmonioso conjunto do traço inconfundível de Lúcio Costa sobreposto com o símbolo universal da Maçonaria: O Esquadro e o Compasso. A cor, intitulada Areia, lembrando um pergaminho, simboliza o papel original onde Brasília foi originalmente traçada, e também e Carta Constitutiva de nossa Loja que, apesar do passar do tempo, não deve jamais perder seu brilho, devendo se manter pura e imaculada.

A data de fundação da Loja, 18/07/1973, sustenta todo o conjunto interno do Timbre, escrita abaixo, ao centro.

O fechamento do Timbre da Loja se dá com dois círculos externos, em borda preta, entre os quais encontram-se grafados em letras pretas, na parte superior, de destra para sinistra o Título Distintivo da Loja, com o dístico A.·.R.·.L.·.S.·. Brasília n. 1882, ladeado por duas estrelas de cinco pontas. Abaixo das estrelas, ainda de destra para sinistra, os dísticos G.·.O.·.B.·., anunciando a Potência Maçônica à qual a Loja é Federada – Grande Oriente do Brasil, a data de fundação da Loja: 18/07/1973, e o dístico G.·.O.·.D.·.F.·., representando a Potência Jurisdicional à qual a Loja é vinculada – Grande Oriente do Distrito Federal.

Sobre as estrelas de cinco pontas, simbolizam aqui o Pentagrama, a estrela hominal, símbolo distintivo dos Pitagóricos, que a usam para representar a Sabedoria (Sophia) e o Conhecimento (Gnose).

Todos os elementos até aqui descritos integram o Timbre da Loja, descrição que se estende ao que diz respeito a seu Estandarte.

Havendo a iminente necessidade de criar uma identidade visual que se harmonizasse com o atual momento da A.·.R.·.L.·.S.·. Brasília n. 1882, que completa nesta data, 18/07/2013, 40 anos de Fundação, os símbolos e a história descritos se incorporam integralmente ao vexilo da Loja, com algumas alterações, por tratar-se da insígnia representativa da Loja, sua Bandeira, seu Estandarte, pelo qual todos os membros da Oficina pugnam em defender e manter puro e sem máculas.

Estandarte da Loja Brasília

Em complementação ao que já foi exposto, cumpre ressaltar os elementos que surgem exclusivamente no vexilo, a começar pela supressão da estrela de cinco pontas, que compõem exclusivamente o Timbre.

A cor marrom, na borda e na franja, é a cor da terra por excelência. Significa maturidade, consciência e responsabilidade. Está ainda associada à estabilidade, à resistência e simplicidade.

O marrom representa ainda a constância, a disciplina, a uniformidade e a observação das regras. Estabelece uma indelével conexão entre os membros da Loja e a cidade de Brasília, sua terra.

Na parte superior, o dístico À G.·.D.·.G.·.A.·.D.·.U.·., nos lembra que os Maçons não se empenham em empresa importante sem antes invocar o Supremo Criador, a quem rendemos homenagens.

Os demais símbolos, já descritos anteriormente, completam o Estandarte, genuína representação da Oficina.

A mais antiga citação a um Estandarte que se tem notícia remonta há cinco milênios antes de Cristo, na cidade de Ur, na Suméria, e essa bandeira representativa simbolizava os ideais, a cultura e o ambiente dos homens daquela cidade, na insípida mas profícua formatação das comunidades, que ganhavam sentido social e cultural.

Os Estandartes destacaram-se como ícones em culturas que posteriormente evoluíram, como judeus, assírios, babilônicos, persas, egípcios, fenícios, gregos, romanos, chineses, japoneses, coreanos e outros povos, no oriente.

O primeiro símbolo da história brasileira, a Cruz da Ordem Militar de Cristo estava pintada nas velas das 12 embarcações que chegaram em terras brasileiras no dia 22 de abril de 1500.

Como reflexo de nossa natureza humana, a simbologia de bandeiras e estandartes nem sempre se fizeram por motivos edificadores, mas ainda assim simbolizavam a unidade dos povos em guerra. Os conquistadores empunhavam seus estandartes sempre com firmeza e determinação.

Na representação de cada estandarte, variam formas, figuras e cores, que, em conjunto, passam ao inconsciente daquele grupo que representam uma mensagem que lhes confere afinidade e identidade, variando os motivos com a época e cultura e direcionados a um específico propósito.

No contexto Maçônico, a primazia é aos princípios da instituição, tendo em vista parâmetros como a filosofia do trabalho, da ética e do ideal, na edificação do homem e sua interação com a natureza.

Nesta data, 18/07/2013, ao completar 40 anos de existência, a Loja renova seu espírito, rogando ao Grande Arquiteto do Universo suas bênçãos ao novo símbolo da Loja, que nos conceda Força e Vigor para continuarmos pugnando pela Verdade, Equidade e Justiça, e que nos preencha com a Luz de sua Divina Sabedoria.

X

Pin It on Pinterest

X